Ela é co-fundadora de duas empresas no Vale do Cilicio na, Califórnia, no seu livro, A menina do Vale, ela conta um pouco da sua jornada no empreendedorismo e na palestra conta um pouco da sua vida e como consegui passar no vestibular de uma faculdade de fora do país e conseguiu trabalhar na Microsoft e no Google sem nem entender direito de programação.Alem do livro (que pode ser comprado aqui), ela também tem um canal no Youtube e uma pagina no Facebook chamada Caderninho da bel. Então , ai em baixo fica a palestra que ela fez para o colégio ETAPA em SP.
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sábado, 12 de janeiro de 2013
Livro: A menina do Vale e a palestra de Bel Pesce
Ela é co-fundadora de duas empresas no Vale do Cilicio na, Califórnia, no seu livro, A menina do Vale, ela conta um pouco da sua jornada no empreendedorismo e na palestra conta um pouco da sua vida e como consegui passar no vestibular de uma faculdade de fora do país e conseguiu trabalhar na Microsoft e no Google sem nem entender direito de programação.Alem do livro (que pode ser comprado aqui), ela também tem um canal no Youtube e uma pagina no Facebook chamada Caderninho da bel. Então , ai em baixo fica a palestra que ela fez para o colégio ETAPA em SP.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Leia: Tudo aquilo que não foi dito
O oitavo livro do francês mais lido do mundo, Marc Levy, faz você não conseguir parar de ler Ele aborda a relação entre pai e filha, lá vai a resenha para vocês darem uma olhada.
“Poucos dias antes do seu casamento, Julia recebe um telefonema do secretário de seu pai. Como ela já tinha previsto, Anthony Walsh – empresário brilhante, mas pai distante – não poderá comparecer à cerimônia. A ausência de seu pai em momentos importantes de sua vida da filha não é novidade para Julia. Mas pela primeira vez, a personagem tem que reconhecer que ele tem uma boa desculpa: Anthony Walsh morreu. A ironia amarga da situação, com Julia forçada a adiar o casamento para enterrar o pai, faz aquela parecer mais uma das peças pregadas pelo destino na difícil relação entre os dois. Mas, no dia seguinte ao funeral, ela descobre, na forma de um enorme pacote deixado na porta de sua casa, que aquela não tinha sido a última surpresa de seu pai – e parte na viagem mais extraordinária de sua vida, uma oportunidade para que os dois digam um ao outro, enfim, tudo aquilo que nunca foi dito. ”
E ai ficaram com vontade??
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livros
domingo, 3 de abril de 2011
Leia
Esses dias, em meio aos livros a serem guardados e alinhados, pensei que deveria fazer um post falando dos livros que já li e gostei para ficar a dica e , quem sabe, fazer vocês lerem também. Portanto, desligue o computador e vá ler um livro, melhor, use esta máquina e o mouse ai na sua mão e comece a ler por essa coisa maravilhosa chamada internet.
Pretendo pelo menos uma vez por mes falar sobre algum livro que já li, e o que eu escolhi para esse post foi:
O diario de Anne Frank
"Publicado originalmente em 1947, "O Diário de Anne Frank" já foi lido por milhões de pessoas em todo o mundo. Esta edição, porém, traz pela primeira vez a íntegra dos escritos de Anne, com todos os trechos e anotações que o pai da menina cortou para lançar a versão conhecida do livro. É comovente descobri que, no contexto tenebroso do nazismo e da guerra, ela viveu problemas e conflitos de uma adolescente de qualquer tempo e lugar. Neste volume, o leitor acompanha o desabrochar da sexualidade de Anne, surpreende-se com a relação conflituosa que a jovem tinha com a mãe e se emociona com sua admiração sem reservas pelo pai. Anne registrou admiravelmente a catástrofe que foi a Segunda Guerra Mundial. Seus diário está sempre entre os documentos mais duradouros produzidos neste século, mas é também uma narrativa terna e incomparável, que revela a força indestrutível do espírito humano."
Eu adorei esse livro, Anne Frank, como o resumo do livro ja falou, viveu na época da segunda guerra mundial, uma judia na segunda guerra mundial, dai você ja começa a imaginar como foi a vida dela, ou melhor, a adolescência dela.
Anne era uma garota super inteligente e muito adulta para os seus doze anos - quando começou a escrever o diário - , gostava de escrever e tinha seu diário como seu melhor amigo e era um modo de "desabafar". E é incrível que mesmo que seja de uma época muito distante e difícil, "os problemas de adolescente" sempre aparecem e mesmo trancada em um esconderijo ela teve que lidar com eles.
Se gostou, leia aqui !
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